As lições de marketing da indústria de K-Pop

O Growthaholics de hoje é um pouco diferente. Você certamente já ouviu falar sobre esse gênero musical que ganhou o mundo: o k-pop, ou pop coreano. É um mercado extenso, que conhece muito bem o seu cliente. Neste episódio de Growthaholics, Pedro Waengertner conversa com Renata Sagradi, Head de Marketing, e a Dunia Hany, cientista política e autora do livro “K-pop — A fantástica fábrica de ídolos”, para falar sobre as valiosas lições de marketing que esses artistas e empresários podem nos ensinar. Ficou com curiosidade? Então vem comigo que o episódio de hoje tá especial!

 

K-pop e o cliente no centro

Como um país envolvido em tantos conflitos geopolíticos chegou ao patamar da Coreia do Sul quando o assunto é exportação de cultura? Depois de anos de governos opressores e censura, a Coreia do Sul precisava criar sua própria identidade. Com a ajuda das Olimpíadas de 88, o país se abriu para o resto do mundo. O governo coreano passou a incentivar iniciativas culturais, como doramas (dramas coreanos) e o pop, que foi ficando cada vez mais popular entre os jovens. Primeiro na Coreia do Sul, depois ganhou o resto da Ásia, e hoje é uma febre no mundo inteiro. Mas como esse marketing foi tão efetivo?

Você sabia que a indústria de k-pop sabe exatamente como colocar seu cliente no centro? K-pop se tornou a indústria que é hoje por conta de uma série de fatores, mas principalmente: uso das redes sociais, inovação na entrega de conteúdo e apoio do governo. Um dos aspectos mais importantes dessa entrega de conteúdo é a capacidade de exploração de lucros em cima de um mesmo produto. Uma música ganha álbum colecionável, vídeo clipe, vídeo de coreografia, vídeo de performance, merchandising, e muito mais. Cada lançamento é minuciosamente planejado, assim o público sempre está engajado.

Além disso, muito como o universo Marvel, há um forte storytelling que conecta os trabalhos de uma mesma empresa. Cada grupo possui sua particularidade, mas a complexidade das narrativas se conecta ao ponto de forçar o consumo por parte de todos os grupos de uma mesma companhia. Isso ganhou até nome: Neo Culture Technology, ou tecnologia de nova cultura.

Quer saber mais sobre o assunto? Ouça o episódio completo!

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