Inovação Aberta: por que a sua empresa deve pensar nisso?

Mais do que um termo badalado no mercado, a Inovação Aberta é uma filosofia de trabalho

Por Matheus Riga

Ao contrário do que se pensa, o termo “Inovação Aberta” não é nada novo e já possui quase duas décadas de existência. A primeira vez que esse conceito apareceu nos debates de executivos e administradores de empresas foi em 2003, quando o economista e professor universitário Henry Chesbrough detalhou os mecanismos da Inovação Aberta em seu livro “Open Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from Technology”.

Mais do que um termo badalado no mercado, a Inovação Aberta é uma filosofia de trabalho, com uma premissa simples: para desenvolver novas soluções, produtos e serviços, as empresas devem trabalhar não só com seus recursos internos, mas também com recursos externos, exercitando parcerias estratégicas com outros atores do mercado, como, por exemplo, startups, fornecedores, instituições de ensino e consumidores. 

O momento para começar uma estratégia de Inovação Aberta nunca foi tão oportuno. O ambiente de negócios tem ficado cada vez mais competitivo, com um nível extremamente acelerado no lançamento de novas soluções e tecnologias disruptivas. Um exemplo disso é o ranking Fortune 500, realizado pela revista norte-americana Fortune, que lista as 500 principais companhias dos EUA em termos de faturamento.

Segundo um levantamento realizado pelo American Enterprise Institute (AEI), apenas 52 companhias que estavam no ranking da Fortune 500 em 1955 continuaram presentes na lista em 2021. As 448 empresas restantes perderam sua relevância no decorrer das últimas seis décadas, permitindo a ascensão de empresas como Amazon, eBay, Facebook, Microsoft, Google e Netflix.

Apesar de ter um objetivo simples, implementar a Inovação Aberta em uma corporação, que possui sua marca, reputação e milhares de colaboradores, é um processo desafiador. Para realizar esse trabalho, é preciso saber muito bem a estratégia da companhia para o futuro e quais iniciativas serão realizadas para atingir essa visão de negócio, ao mesmo tempo em que a cultura organizacional é trabalhada para impulsionar os resultados dos projetos.

Foi pensando nesse desafio de execução que a ACE Cortex reuniu sete executivos dos principais hubs de inovação do Brasil – Algar Telecom, BASF, Bradesco, BTG Pactual, Itaú Unibanco, Natura &Co e Unilever – para comentar sobre boas práticas no desenvolvimento e execução de estratégias de Inovação Aberta. As conversas serviram de base para uma série de entrevistas, que estão disponíveis no YouTube da ACE.

Além da websérie, esses debates também foram compilados em um report exclusivo e gratuito sobre  Inovação Aberta e o desenvolvimento de hubs e laboratórios de inovação. Se você quer saber como as corporações citadas anteriormente construíram a sua estratégia de inovação corporativa, leia o report “Inovação Aberta: Acertos e Erros de Sete dos Principais Hubs de Inovação do Brasil”, desenvolvido pela ACE Cortex. Clique aqui para acessar a página de download do material.

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