O que é um Hub de Inovação?

Confira os principais benefícios de desenvolver um Hub de Inovação na sua empresa

Por Matheus Riga

O mundo dos negócios tem ficado cada vez mais veloz, incerto e competitivo. Novas soluções são desenvolvidas e lançadas no mercado em um ritmo nunca antes visto. Com isso, empresas, antes veneradas e absolutas em suas categorias, têm se tornado desatualizadas rapidamente. E os Hubs de Inovação surgem como uma forma de evitar a obsolescência de produtos e serviços, ao construir conexões entre corporações e startups.

A estratégia de Hubs de Inovação é, inclusive, uma das diversas utilizadas na prática da Inovação Aberta (https://growthaholics.com.br/open-innovation-como-funciona/), modelo em que empresas trabalham seus desafios de negócios em conjunto com agentes externos – como fornecedores, acionistas e outras organizações. O objetivo final é desenvolver projetos, produtos e serviços que agreguem valor para o consumidor final.

Como é de se esperar, a implementação da Inovação Aberta não ocorre da noite para o dia. É um processo de abertura gradual das corporações para outros modelos de trabalho, gestão e criação de negócios. Além disso, há um tempo necessário para a criação de estruturas internas que suportem e incentivem o desenvolvimento desses projetos (https://growthaholics.com.br/area-de-inovacao/). 

Por conta da complexidade dessa jornada, a primeira forma que as grandes empresas encontram para injetar a mentalidade de inovação em sua operação é por meio dos Hubs de Inovação (https://growthaholics.com.br/hubs-de-inovacao/), os quais detalharemos mais a seguir neste artigo. Esse veículo de Inovação Aberta se caracteriza pela criação de conexões e relacionamento entre corporações e startups.

A primeira iniciativa de Inovação Aberta

Com o objetivo principal de aproximar startups para a sua operação, e iniciar o seu processo de transformação cultural e digital (https://growthaholics.com.br/cultura-digital-colaboradores/), as grandes corporações geralmente optam pelo desenvolvimento dos Hubs de Inovação, que são espaços – físicos ou virtuais – focados nessas empresas nascentes de base tecnológica, como sua primeira iniciativa de Inovação Aberta.

Seja por meio de uma chamada aberta, um processo seletivo ou uma prospecção ativa, as grandes corporações encontram e convidam startups sinérgicas com o seu modelo de negócio, ou com a sua visão estratégica, para povoarem os seus Hubs de Inovação. Com isso, esses espaços ficam preenchidos de empreendedores e negócios de potencial disruptivo.

Enquanto as startups ganham um espaço físico para trabalhar e garantem acesso a especialistas, mentores, investidores e outros empreendedores, as grandes corporações se conectam com empresas detentoras de tecnologias disruptivas (https://growthaholics.com.br/o-que-e-corporate-venturing/), modelos ágeis de desenvolvimento de produtos e potenciais parceiros de negócios, que podem resolver problemas não só de seu core business, mas de departamentos internos também.

Obviamente, cada corporação tem as suas próprias regras e diretrizes não só para a seleção das startups que participarão de seus Hubs de Inovação, mas também do tempo de permanência no local. No entanto, essa estratégia abre espaço para as organizações conhecerem empreendedores, mapearem tendências de mercado e encontrarem soluções tecnológicas no “quintal de casa”.

Se você se interessou pelo tema, confira mais sobre esse importante veículo de Inovação Aberta na nossa websérie “Open Innovation: Hubs e Labs de Inovação”. Essa série possui sete episódios e está disponível no YouTube:

Websérie Hubs e Labs de Inovação – InovaBra/Bradesco 

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